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Conferência fabulosa cuja ideia central é tantas vezes mal interpretada. Não existe compaixão autêntica sem a presença do princípio da separação (kadoch - termo judaico que significa separação ou santidade). Esse princípio é condição de possibilidade da responsabilidade ética por outrem. Na verdade, que responsabilidade poderia ter por alguém se fosse o mesmo que outrem? Quando este princípio de separação é esquecido torna-se fácil adivinhar as consequências: um ego desmesurado e oceânico do tamanho de tudo e que, como, tal, diz não ser nada pois mais nada pode ser :) Grande Robert Thurman, talvez mais conhecido entre nós pela sua bela filha Uma... :)
:-)
ResponderEliminaré tão bom vir a este blog.