terça-feira, 9 de agosto de 2005
O Mito de Perseu (9)
A última das pinturas de Burne-Jones sobre o mito de Perseu. Nela é representado o momento em que o herói mata a Medusa. Este ciclo de pinturas pode ser contemplado "ao vivo" na Staatsgalerie de Estugarda (Stuttgart) na Alemanha.
Etiquetas:
Burne-Jones,
Medusa,
mito,
Perseu,
pintura,
pré-rafaelitas
segunda-feira, 8 de agosto de 2005
Sarabanda
Com quase noventa anos, Bergman realizou um dos seus melhores filmes. Sobre esta obra-prima cinematográfica, cito a opinião do crítico americano Roger Ebert: "It is about the way people persist in creating misery by placing the demands of their egos above the need for happiness - their own happiness, and that of those around them."
domingo, 7 de agosto de 2005
O Mito de Perseu (8)
O Mito de Perseu (7)
Burne-Jones e o primeiro quadro do ciclo de Perseu, ciclo esse baseado em poemas de William Morris. Nesta pintura, Pallas Atenas aproxima-se de Perseu e revela-se como deusa através da sua armadura. Não só lhe ensina o caminho para matar a Medusa, como lhe empresta o seu escudo através do qual o jovem Perseu poderá ver o monstro sem o olhar directamente nos olhos mortais. Medusa («rainha») tinha sido uma bela jovem que se deixou seduzir (alguns dirão, violentar) por Posídon no templo da deusa Palas Atena. Esta última, furiosa, em vez de castigar o deus dos mares, pune, antes, a jovem, transformando-a num ser temível.
Etiquetas:
Burne-Jones,
Medusa,
mito,
Palas Atena,
Perseu,
pintura,
pré-rafaelitas,
William Morris
sábado, 6 de agosto de 2005
sexta-feira, 5 de agosto de 2005
Amalfi
John Ruskin é sobretudo conhecido como filósofo e crítico de arte oitocentista. Ele está indissoluvelmente à defesa artística de Turner e dos pré-rafaelitas (Rossetti, Burne-Jones, Millais). Menos conhecida é a sua faceta de artista... aqui encontramos uma aguarela sua que representa a cidade marítima italiana de Amalfi.
quinta-feira, 4 de agosto de 2005
O Mito de Perseu (6)
Burne-Jones e uma nova versão da pintura em que retrata as ofertas das ninfas do norte a Perseu (elmo da invisibilidade, sapatos alados e alforge mágico). Parece-me evidente que este mito aborda a questão do tempo, representado pela diferença entre as ninfas e as greias. Se assim for, Medusa e suas irmãs simbolizam a morte.
Etiquetas:
Burne-Jones,
Medusa,
mito,
ninfas,
Perseu,
pintura,
pré-rafaelitas
quarta-feira, 3 de agosto de 2005
Realidades diferentes
Excelente este anúncio de uma companhia francesa de electricidade (edf). Obrigado à J.
O Mito de Perseu (5)
Andrómeda e Perseu contemplam num reflexo a imagem de Medusa. Mesmo a sua cabeça cortada continuava a paralisar quem a olhasse.
Etiquetas:
Andrómeda,
Burne-Jones,
Medusa,
mito,
Perseu,
pintura,
pré-rafaelitas
O Anel do Nibelungo
Finalmente consegui em DVD a versão de Kupfer do Rheingold de Wagner. Nesta versão, a cantora lírica portuguesa, Elisabete Matos, interpreta a bela Freia, desejada pelos Gigantes e amada pelos Deuses.
Etiquetas:
Anel do Nibelungo,
Elisabete Matos,
música,
Ouro do Reno,
Wagner
MMM
"Manech aime (éme) Mathilde", "Mathilde aime (éme) Manech: MMM. Já tinha feito referência a esta obra-prima (Un Long Dimanche de Fiançailles, 2004) de Jeunet. Excelente filme, com uma qualidade fotográfica inesquecível.
terça-feira, 2 de agosto de 2005
O Mito de Perseu (4)
Após ter representado as velhas Greias como jovens, Burne-Jones pinta agora o medo da Medusa e das suas irmãs ao sentirem a aproximação de Perseu. A Medusa, nesta visão, deixou de ser apenas o monstro temível que petrifica as suas vítimas com o olhar, para se tornar numa jovem acossada. Perseu guia-se pelo reflexo delas no escudo oferecido por Atena, pronto para cortar a cabeça da górgone com a espada de Hermes.
segunda-feira, 1 de agosto de 2005
O Mito de Perseu (3)
Perseu confronta-se com as Greias ainda antes de receber as armas das ninfas do norte. As Greias são três irmãs que apenas possuem um olho e um dente; rotativamente, cada uma delas fica de guarda com o olho enquanto as outras duas dormem. Deduzo que para comerem utilizam o mesmo estratagema, agora com o dente. Elas são irmãs das temíveis três górgonas, entre as quais sobressai a Medusa. Três greias, três ninfas e três górgonas. Não me recordo de nenhum estudo de Dumézil sobre a questão, mas certamente deveria adorar este mito trifuncional. Quadro de Burne Jones, datado de 1892.
Etiquetas:
Burne-Jones,
Dumézil,
Greias,
Medusa,
mito,
ninfas,
Perseu,
pintura,
pré-rafaelitas
Subscrever:
Mensagens (Atom)