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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Em 140 caracteres...

A campanha eleitoral em 140 caracteres: "TGV, Espanha, Preto, Cavaco, vigilância, Lima, Público, DN, TVI, Salazar, asfixia, Gatos, crise, desemprego,PME" Paulo Ferreira (Jornalista)

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Religião e Política



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Como me disseram hoje - e com toda a razão- , vale a pena ouvir este discurso de Barack Obama sobre a relação entre a religião e a política...

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Ideia Simplex



Li, com todo o interesse, o artigo publicado no último número da revista Visão sobre a polémica em torno da avaliação dos professores do Ensino Secundário. A dado ponto, podemos apreciar os diferentes métodos de avaliação adoptados nos países da União Europeia. O da Finlândia parece-me o mais eficaz: o Ministério de Educação verifica regularmente os resultados da avaliação dos alunos em exames nacionais. Quando se encontram problemas - por exemplo, um número excessivo de reprovações ou notas sofríveis - vai-se verificar o que se passa... Posso estar a ser ingénuo, mas não é este o sistema mais justo e simples de avaliação? A Finlândia não é actualmente apontada como o paradigma do ensino com qualidade? Por que razão andamos sempre a tentar inventar a pólvora?

terça-feira, 14 de outubro de 2008

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Get Stupid


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O polémico vídeo de Madonna.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

O Estado da Nação

"Passei hoje toda a manhã na Assembleia da República, para assistir à discussão da petição sobre os Direitos Humanos no Tibete, de que fui o primeiro subscritor e que obteve 11000 assinaturas. Mas não é disso que venho falar. Venho falar da confirmação directa da imagem que já tinha do estado da nação, no que respeita aos seus representantes parlamentares.
Hoje era o último dia de trabalhos antes das férias parlamentares, com uma agenda cheia de debates e votações sobre projectos de lei e petições. Às 10 horas, quando abriram os trabalhos, as bancadas teriam no máximo um terço dos deputados. À medida que os vários oradores, do governo e dos partidos, tomavam a palavra, aquilo a que se assistia era o seguinte: dos escassos presentes, ninguém parecia estar a ouvir absolutamente nada; uns levavam o portátil e mandavam mails, outros falavam ao telefone, uns conversavam em pequenos grupos, alguns de costas viradas para o orador, outros liam tranquilamente os jornais: diários, desportivos, etc. Apenas interrompiam estas actividades para aplaudirem maquinalmente o orador do seu partido, voltando depois ao mesmo.
Foi só por volta do meio-dia que o hemiciclo se começou a compor e só então chegaram as figuras mais relevantes e as caras mais conhecidas dos vários partidos, com ar descontraído, palmadinhas nas costas e sorrisos cúmplices para os seus correlegionários. Foi por essa altura que a petição relativa ao Tibete começou a ser discutida. Quando a deputada do PS começou a apresentar o relatório sobre a situação no Tibete, elaborado a partir das reuniões que o grupo parlamentar dos Negócios Estrangeiros manteve connosco, o ruído das conversas era tal que ela teve de parar por duas vezes e o próprio Presidente da Assembleia, Jaime Gama, de pedir silêncio aos "senhores deputados". Sem qualquer efeito. O ambiente era igual ou pior ao de uma turma das mais indisciplinadas do ensino primário ou secundário. Em abono da verdade, ressalve-se que só a bancada do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista mantinha relativamente maior silêncio e compostura.
Seria apenas hoje, por ser o último dia antes das férias? Não. Uma amiga que lá trabalha esclareceu que é sempre assim.
Após a apresentação das várias matérias em debate, nestas circunstâncias de total alheamento e desrespeito mútuo, ia-se seguir a votação. Levantei-me e vim-me embora. Estava elucidado e só pensava que, após dois mandatos de quatro anos nesta vida, saem de lá com belas reformas para sempre.
Estou esclarecido sobre o estado da nação, espelhado no seu Parlamento, que deveria ser-lhe exemplo. Só pergunto, a mim e a vocês, se são estes os nossos representantes, se são estes que queremos como representantes. É isto democracia, partidocracia ou mediocrecracia? E o que fazemos?"
Paulo Borges (blogue Serpente Emplumada)

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Eco 92


E já passaram 16 anos! Algo mudou?

domingo, 9 de março de 2008

António Barreto: a farsa da avaliação de professores

António Barreto: a farsa da avaliação de professores
via De Rerum Natura de De Rerum Natura em 09/03/08

Mais palavras sábias sobre a avaliação de professores, hoje no Público:

Na impossibilidade humana de "gerir" milhares de escolas e centenas de milhares de professores, os esclarecidos especialistas construíram uma teoria "científica" e um método "objectivo" com a finalidade de medir desempenhos e apurar a qualidade dos profissionais. Daí os patéticos esquemas, gráficos e grelhas com os quais se pretende humilhar, controlar, medir, poupar recursos, ocupar os professores e tornar a vida de toda a gente num inferno. O que na verdade se passa é que este sistema implica a abdicação de princípios fundamentais, como sejam os da autoridade da direcção, a responsabilidade do director e dos dirigentes e a autonomia da escola. O sistema de avaliação é a dissolução da autoridade e da hierarquia, assim como um obstáculo ao trabalho em equipa e ao diálogo entre profissionais. É um programa de desumanização da escola e da profissão docente. Este sistema burocrático é incapaz de avaliar a qualidade das pessoas e de perceber o que os professores realmente fazem. É uma cortina de fumo atrás da qual se escondem burocratas e covardes, incapazes de criticar e elogiar cara a cara um profissional. Este sistema, copiado de outros países e recriado nas alfurjas do ministério, é mais um sinal de crise da educação.

sábado, 8 de março de 2008

"Porquê tanto ódio?"




"A avaliação dos professores deve ser feita, mas os parâmetros impossíveis impostos pelo ministério, as aberrações nas exigências da assiduidade dos docentes, a quase impossibilidade de obter a nota máxima, as dificuldades extremas em subir na carreira, o estatuto dos avaliadores incompetentes na matéria avaliada, etc. - estão a empurrar os professores para o abandono da profissão e para a reforma antecipada. A Educação sofre um massacre que provoca a fuga dos professores: não é isto um dos objectivos da «contenção», a redução do número dos docentes e dos custos da educação? A racionalidade necessária da avaliação esconde a outra racionalidade imposta pelo défice.
Nisto tudo, uma questão me intriga: porquê tanto ódio, tanto desprezo, tanto ressentimento contra a figura do professor?"
José Gil

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Stuff

Capítulo 1



Capítulo 2



Capítulo 3



Capítulo 4.



Capítulo 5.



Capítulo 6.



Capítulo 7.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Alguém me explica...


Alguém me explica a razão pela qual o Governo português se prepara para receber com toda a pompa e circunstância Robert Mugabe, tendo recusado receber o actual Dalai Lama? Uma coisa é certa: a China tem mais influência em Portugal do que o Reino Unido. Gordon Brown que o diga...

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

"Thank God for Bobby"


Foi com estas palavras que John Kennedy, o antigo Presidente norte-americano, caracterizou o papel crucial do seu irmão, Robert Kennedy, no conflito sobre os mísseis em Cuba, ao ter evitado uma terceira guerra mundial. Com efeito, se não fosse a acção de Bobby e alguma humildade de Khruschev (que lhe custou o cargo) provavelmente nem eu nem o leitor estaríamos aqui na blogosfera. Mas a acção de Robert Kennedy não se restringiu apenas a este facto histórico. Ele foi um político brilhante que soube dar voz aos mais humildes, àqueles que eram discriminados por causa da cor da pele, àqueles que lutavam pela paz. Antecipou como ninguém os problemas ecológicos que a humanidade hoje enfrenta, numa época em que a ecologia ainda dava os seus primeiros passos. E o que é que tornava Bobby Kennedy diferente de outros políticos (mesmo do seu irmão, JFK)? Uma enorme integridade ética e política, mas não só... Bobby lutava por ideais éticos em que acreditava e nunca se coabiu de os dizer. Robert Kennedy foi alvejado mortalmente na madrugada do dia 6 de Junho de 1968 no Hotel Ambassador (Los Angeles) por um palestiniano que o acusava de ter apoiado Israel na Guerra dos Seis Dias. A história das últimas horas de Robert Kennedy é recriada no filme de Emilio Estevez, Bobby de 2006, recentemente editado em DVD. O título desta película pode ser um pouco enganador pois a história centra-se não tanto em Bobby, mas em todos aqueles que viveram este drama no Hotel Ambassador. A narrativa é, no entanto, ciclicamente entrecruzada com momentos em que vemos o verdadeiro Robert Kennedy lutando pelos seus ideais. E, deste modo, este filme torna-se numa bela homenagem a Bobby ao mesmo tempo que vislumbramos o mundo em que ele viveu.

domingo, 21 de janeiro de 2007

Sequestro

Soube através do blog Divas & Contrabaixos que uma jornalista portuguesa (Rute Monteiro) está sequestrada no Libano desde Outubro de 2006 e que ninguém, nem mesmo os media, prestaram a menor atenção... Era importante, no mínimo, confirmar a notícia do Freelance.

segunda-feira, 13 de junho de 2005


Álvaro Cunhal (1913-2005) será sempre recordado como uma das figuras centrais da história de Portugal e do movimento comunista internacional. Como pintor, ele foi um dos artistas mais significativos do neo-realismo português Posted by Hello

sábado, 16 de abril de 2005

Sim ou Não

Nesta próxima segunda-feira, Mário Soares e Fernando Rosas (Bloco de Esquerda) discutem o "sim" e o "não" à Constituição Europeia. Local do debate: Anifiteatro IV da Faculdade de Letras de Lisboa (dia 18, às 18:30).

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2005

Bússola Política

Sente-se desorientado na actual vida política? Já não sabe se é de esquerda, de direita ou do centro? Acha que é uma pessoa autoritária ou libertária? Então chegou ao sítio certo! Responda a este questionário do Público e saberá a verdade. Importa referir que foi através do Divas & Contrabaixos que tomei conhecimento desta bússola e fiquei finalmente a saber a minha posição política: sou um libertário de esquerda sem nada de excessivo...:-) (esquerda/direita: - 4.25; libertário/autoritário: -3.95). Será que vou finalmente a caminho do "centro" que está em toda a parte?

segunda-feira, 17 de janeiro de 2005

Será que eu estou com problemas de visão?

Carta endereçada pelo CDS-PP à Associação Animal:

Caro(a) Amigo(a),

Sendo o CDS, como é do conhecimento público, um partido democrata-cristão, não poderia deixar de preocupar-se seriamente com os direitos dos animais e também com aquilo que na sua mensagem chama de "objectivo civilizacional de continuar a fazer avançar a protecção dos animais no plano político e legislativo". Essa defesa tem vindo aliás a ser há muito uma das causas nobres daquele que é um dos nossos deputados mais históricos do CDS, o Dr. Narana Coissoró, neste momento candidato a deputado como cabeça de lista por Faro.

Quero, por isso, garantir-lhe que o CDS não deixará jamais que outros assumam como exclusivas uma bandeira e uma causa que é também a nossa e de todos os portugueses de bem. Não poderemos jamais aceitar que se maltratem os animais, sem que esse comportamento não seja sancionado.

Com os meus melhores cumprimentos,
Pedro Mota Soares
Director Nacional da Campanha do CDS-PP

sexta-feira, 19 de novembro de 2004

Riso Constitucional

Hoje comecei o dia a rir...seria óptimo, se a razão não tivesse implicações graves sobre o destino de todos nós. Ao que parece, é esta a questão que vamos responder no referendo sobre a Constituição Europeia:
"Concorda com a Carta de Direitos Fundamentais, a regra das votações por maioria qualificada e o novo quadro institucional da União Europeia, nos termos constantes da Constituição para a Europa?"
Bem dizia Descartes que o bom senso é a qualidade mais bem distribuída, pois não existe ninguém que se ache desprovida dela.

terça-feira, 16 de novembro de 2004

O Congresso do PSD aprova touradas de morte

Transcrevo um texto de Artur de Aguirre y Mendes, Presidente da Associação de Defesa dos Animais (ANIMAL)

"Em Julho passado escrevi um texto com o título “Santana Lopes, ou o Retrocesso desastroso para os Animais”. Fiz, nesse momento, um exercício honesto e frontal da minha opinião sobre Santana Lopes e o seu universo de colaboradores e a sua relação com os animais. Comecei pelo próprio Santana Lopes, que tentou introduzir a sorte de varas em Portugal (a mais cruel actividade touricida), referi o seu apoio e amizade pelo matador (pessoa que mata) Pedrito de Portugal, de quem foi primeira testemunha no processo a que este toureiro foi submetido após ter morto ilegalmente um touro na arena, continuei pelo seu amigo pessoal, sócio e actualmente Ministro Adjunto, Henrique Chaves, Advogado da Federação Portuguesa de Tiro com Armas de Caça e de todos os clubes de tiro em Portugal – acérrimo defensor do Tiro aos Pombos, e, consequentemente, responsável pela matança * apenas por gozo * de mais de 100.000 animais por ano em Portugal. Não me lembrei, contudo, de Miguel Relvas, Secretário-Geral do PSD, também ele um entusiasta da denominada Festa Brava. [...]

Neste fim de semana, foi aprovada, no congresso do PSD, uma moção na qual se entrega a decisão das touradas de morte às autarquias. Quer isto dizer que cada Câmara Municipal do país decide se faz ou não corridas com sorte de varas e morte do touro na arena. Quer isto dizer que pelo menos 34 autarquias – e isto só agora começou – poderão fazer touradas de morte, como declararam já que iriam fazer. Quer isto dizer que, da forma mais cobarde (“eu, governo, não tenho a culpa, as autarquias é que saberão o que fazem...”), legalizam-se as touradas de morte em Portugal. Quero com isto dizer que, desde que estas “personagens” assumiram o poder – que exercem ao estilo da Velha Senhora –, aproveitam uma maioria absoluta obtida com o apoio do CDS/PP (partido que propôs a legalização de touradas de morte em Barrancos num projecto-lei do agora Ministro do Turismo Telmo Correia, espectador regular de touradas de morte em Espanha), e avançam sem limites para um novo horizonte até agora desconhecido de “evolução civilizacional”. Isto tudo com a visão “profunda e futurista” de Jorge Sampaio, nosso Presidente da República, conhecido aficcionado e a primeira pessoa a dizer em Barrancos que aquela matança deveria ser legalizada.

Esta é a nossa realidade, tão evidente quanto cruel. Este PSD que eu não reconheço em nenhuma das suas vertentes prepara-se para tornar os touros de morte em Portugal legais, seguramente já no próximo ano.
Cada um actuará agora de acordo com a sua consciência. Quais serão agora os limites da pouca vergonha? Para quando a legalização do tiro aos pombos? E, já agora, as lutas de cães e o tráfico de “animais bonitos” como as Panteras ou Tigres de Bengala. E por que não atirar cabras do topo das Igrejas, como em Espanha, e assim dar ao povo circo e vinho verde de forma a distrair as atenções de um futuro tão negro que um potencial processo de recuperação demorará décadas a acontecer!?!...
[...]
Não tenho qualquer dúvida, nenhuma mesmo, que Sá Carneiro não queria que nada disto estivesse a acontecer. Oxalá esta gente se vá embora muito depressa. Urgentemente, até. Os efeitos previstos são, de facto, devastadores.
[...]
Artur de Aguirre y Mendes
Presidente da ANIMAL"