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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

New York


Clique na fotografia para a ver em boas dimensões.

Donde provém esta beleza tão única do que é artificial? Não me estou a referir aos "paraísos artificiais" de Baudelaire (que sabemos serem sonhos tornados pesadelos), mas ao fascínio que o artificial, puro e simples, suscita em nós. A razão talvez esteja no facto do "artificial puro e simples" ser, na verdade, um mito. Afinal, o movimento do pêndulo dos relógios é tão natural como um prado campestre! Ao olharmos para esta fotografia talvez consigamos esquecer a cidade e vermos formas, cruzamentos naturais de linhas e cores...