Clique na imagem para aumentar as suas dimensões. Filme de rara beleza e sensibilidade. Uma pedrada no charco contra a homofobia. Realizado por Sijie Dai, o mesmo realizador de Balzac e a pequena costureira.
Notícia fabulosa da SIC online. Mas não conte com nenhum Parque Jurássico...
"Animal encontrado nos Estados Unidos tem partes do corpo com a pele intacta. Um adolescente do Dakota do Norte, nos Estados Unidos, encontrou um Hadrossauro parcialmente mumificado. O corpo deste dinossauro pode corresponder ao achado mais completo de sempre. Os restos do dinossauro ainda possuem pele com estrias, na superfície, e, possivelmente, tecido mole. De acordo com os especialistas, a probabilidade de encontrar um dinossauro assim é de uma num milhão. Parte do corpo está intacta, o que pode servir para provar que os cientistas estavam errados: o Hadrossauro poderia correr mais rápido e seria mais musculado do que se pensava. A criatura está fossilizada - com a pele e os ossos em pedra -, mas ao contrário da maior parte dos fósseis de dinossauro preservou os tecidos. Isso inclui uma grande parte da pele no animal que mostra claramente a marcação de escamas. "A sensação não é de pele real. Trata-se de uma pele fossilizada", garante um dos especialistas responsáveis pela análise do dinossauro. O cientista diz ainda que "quando se passa a mão pela pele deste dinossauro, é o mais perto que se chegará de tocar num dinossauro de verdade". A descoberta Depois de vários meses de investigação, o corpo do animal foi retirado praticamente intacto e só a cauda saiu num bloco separado. No total foi retirada quase meia tonelada de materiais do solo. Durante as investigações foi utilizado um aparelho de tomografia gigante, desenvolvido pela Boeing e pela NASA, para digitalizar o fóssil a três dimensões. O Hadrossauro Era um animal herbívoro, bípede e que viveu há 67 milhões de anos, durante o período Cretáceo. Este dinossauro media cerca de 12 metros e pesava 3,5 toneladas."
O blogue A Linha de Cabotagem agraciou-me com um prémio que muito me honra. Embora goste de escrever livremente, o que mais me motiva é pensar esse enigma tão estranho associado ao sentimento de nos sentirmos livres. Porque mais que olhemos em volta não há nada que nos prepare para essa experiência. De duas uma: ou o materialismo é falso ou o nosso sentimento de liberdade é ilusão. Quero crer que este sentimento é bem verdadeiro... ou como nos diz este pensador da liberdade: "Se alguém tentar expressar em palavras a diferença entre a experiência de percepcionar e a experiência de agir é que, na percepção, se tem esta sensação: 'Isto está a acontecer-me' e, na acção, a sensação, é a seguinte: 'faço isto acontecer'. Mas a sensação de que 'faço isto acontecer' traz consigo a sensação de que 'poderia fazer alguma coisa mais'. No comportamento normal, cada coisa que fazemos suscita a convicção válida ou inválida de que poderíamos fazer alguma coisa mais, aqui e agora, isto é, permanecendo idênticas todas as outras condições. Eis, permito-me afirmar, a fonte da inabalável convicção na nossa vontade livre." John Searle Obrigado Helena! E o prémio vai agora para cinco blogues - por ordem alfabética - que respiram liberdade e que cultivam a arte da escrita: Cão com Pulgas, Ilha que nunca existiu, Jóia de Família, Kitschnet e Púrpura Rosa.
Shooting Dogs, filme que retrata a histórica verídica do assassinato de 2500 pessoas que se refugiaram na Ecole Technique Officielle em Kigali no Ruanda (Rwanda) durante o genocídio que ocorreu naquele país. Com efeito, no dia 11 de Abril de 1994, os soldados belgas das Nações Unidas abandonaram aquela escola condenando milhares de pessoas à morte. Os responsáveis por este abandono foram alguma vez julgados?
"Michael, row the boat ashore, Hallelujah. Jordan's River is deep and wide, hallelujah. Meet my mother on the other side, hallelujah. Jordan's River is chilly and cold, hallelujah. Chills the body, but not the soul, hallelujah."
ou numa outra versão:
"Michael row the boat ashore, hallelujah Michael row the boat ashore, hallelujah Sister help to trim the sail, hallelujah Sister help to trim the sail, hallelujah
The river is deep and the river is wide, hallelujah Green pastures on the other side, hallelujah
Michael row the boat ashore, hallelujah Michael row the boat ashore, hallelujah Sister help to trim the sail, hallelujah Sister help to trim the sail, hallelujah
Jordan's river is chilly and cold, hallelujah Chills the body but not the soul, hallelujah
Michael row the boat ashore, hallelujah Michael row the boat ashore, hallelujah Sister help to trim the sail, hallelujah Sister help to trim the sail, hallelujah
The river is deep and the river is wide, hallelujah Milk and honey on the other side, hallelujah
Michael row the boat ashore, hallelujah Michael row the boat ashore, hallelujah Sister help to trim the sail, hallelujah Sister help to trim the sail, hallelujah"
Michael, row the boat ashore. Canção tradicional norte-americana - um dos mais conhecidos espirituais afro-americanos. É igualmente uma das canções cristãs mais populares. O "Rio Jordão" simboliza a morte - eventualmente o baptismo - enquanto "Miguel" designa São Miguel.
E agora no sistema de notação musical ABC (para mais informações, clique na etiqueta ABC):
CEG EGAG EGA (prollongar o som de A ou Lá) G EGGEFEDCDEDC
Pintura de Dante Gabriel Rossetti sobre o tema "Greensleeves"
Tema tradicional inglês que remonta, pelo menos, ao século XV. Desde essa época, este tema é considerado uma das mais belas canções de sempre.
E aqui vai a canção no sistema ABC (para mais pormenores sobre este sistema de notação, clique na etiqueta ABC). Para simplificar, ainda não indico os tempos das notas. Mas basta escutar a música para os apreender.
EG AB cBA^FD E^FG EE DE^F DB, EG AB cBA^FD E^FG ^FE^D^C^DE EE d dd d^cBA^FD E^FG EE DE^F DB, d dd d^cBA^FD E^FG ^FE^D^C^DE EE
Um dos lugares mágicos deste planeta, situado na ilha de Olchon. Esta ilha encontra-se no lago siberiano Baikal, a norte da Mongólia. Como sublinha Rodrigues do Santos, é aqui que "nasce" o xamanismo, um dos movimentos religiosos mais importantes da humanidade. O xamanismo percorre(u) a Ásia e as Américas, sendo possível descortinar movimentos aparentados em todo o mundo. Constituiu inegavelmente uma das "fases" da evolução religiosa da humanidade, mas que ainda hoje está bem presente no pensamento contemporâneo. Esse legado talvez se deixe traduzir na ideia de que "estados alterados de consciência" - como, por exemplo, aqueles que todas as "noites" temos quando dormimos - não são necessariamente fonte de erro e de ilusão, mas, antes, de verdade. Sobre o xamanismo, conferir este artigo, AQUI.
Fotografia do parque natural de Uluru - Kata Tjuta na Austrália. É neste parque que fica situado Ayers Rock, o maior monolito do mundo. Para os aborígenas, ele é conhecido como Uluru. Como sublinha Rodrigues dos Santos, no seu último romance, um dos encantos deste monolito é que ele está sempre a mudar de cor, como se tivesse vida própria. Nesta fotografia pode-se ver uma outra célebre zona montanhosa, conhecida como Kata Tjuta ("Muitas cabeças") ou Olgas onde se encontra o desfiladeiro de Walpa Gorge.
Scarborough Fair, uma das canções tradicionais da cultura inglesa, provavelmente medieval, retomada por Simon & Garfunkel nos finais dos anos 60. Aqui vai a notação musical no sistema ABC (não esquecer que três oitavas seguidas são escritas deste modo: C,D,E,F,G,A,B,CDEFGABcdefgab; as letras referem-se às notas, C: dó D: ré, etc. O "C" corresponde ao dó "central"). DDA EFED AcdcABGA dd dcAAGFE DAGFEDCD Para lá da beleza da melodia, é notável a semelhança com as danças do Príncipe Igor de Borodin. Essa semelhança não é audível, mas a notação musical é semelhante. Como é possível que uma canção de raiz céltica e uma eslava sejam tão "semelhantes"? Talvez a explicação se encontre na própria natureza da música. Mas isso ficará para um outro post... Se preferir uma notação musical tradicional, clique AQUI.
Já consegui visitar a exposição sobre "Arte e Cultura do Império Russo nas Colecções do Hermitage - de Pedro, o Grande, a Nicolau II' no Palácio da Ajuda. Diga-se que não é facil, visto que as filas de acesso são enormes. Apontei para a hora de almoço e tive sorte (apenas esperei poucos minutos). Uma exposição indicada a todos aqueles que, como eu, são apaixonados pela história da Rússia. Para mim, o mais enternecedor foi ver o urso de peluche de um dos filhos de Nicolau II. Se for visitar a exposição, vale a pena rever a história da última grande dinastia dos czres da Rússia e que se desenrola durante mais de dois séculos (de Pedro o Grande - donde deriva Petersburgo - passando por Catarina II até ao último czar). Um aspecto interessante - sublinhado na exposição - é que o reinado de Nicolau II não foi propriamente de crise económica, antes de grande progresso e desenvolvimento. A crise acabará por eclodir por causa de duas guerras, a primeira com o Japão e que leva à revolução de 1905: a segunda, após 1914, com a eclosão da primeira guerra mundial, e que conduzirá à revolução dos bolcheviques em 1917.
Danças Polovetsianas - canção tradicional e nacionalista russa de grande beleza, recriada na ópera do músico Borodin, O Príncipe Igor. Quando foi apresentada em Paris, através dos Ballets Russes, o êxito foi estrondoso e as pessoas cantavam nas ruas esta canção.
Se estiver interessado em tocar o tema principal, aqui vai a notação em ABC:
"Moon Water" - coreografia de Lin Hwai-min para a companhia Cloud Gate de Taiwan. Música de Bach (Seis Suites para Violoncelo) com sons naturais de água. A não perder (Mezzo).
" Um artista da Costa Rica, Guillermo Habacuc Vargas, expôs um cão vadio faminto numa galeria de arte. O cão estava preso por uma corda curta. Ninguém alimentou ou deu água ao pobre cão que morreu durante a exposição. Guillermo Habacuc Vargas foi o artista escolhido para representar o seu país na "Bienal Centroamericana Honduras 2008".
Existe uma petição onde é pedido que ele não receba este prémio. Por favor assinem preenchendo o Nome, email, Localidade e País."
Não fique assustado se não conseguir tocar a canção Jerusalém, baseada num poema de William Blake.
Ora, aqui vai uma ajuda em notação musical ABC:
C E G A c A G F G A G E D C E G A c B A G A A B E G ^F E D E E E ^F G B A E G E G A B d c A B G B d e d ^c ^c B A A d B A B ^F E D
Também não fique assustado... com esta notação. É mesmo simples: 1. as letras correspondem a notas (C: dó D: ré E: mi F: fá G: sol A: lá B: si) 2. três oitavas seguidas são escritas desta forma: C,D,E,F,G,A,B,CDEFGABcdefgab 3. Uma nota sustenida é indicada colocando um ^antes da letra; por exemplo: ^c (dó sustenido) 4. Não indico os tempos das notas (para não complicar... espero!)
Se tiver dificuldades em ver ou ouvir, clique AQUI. E se, mesmo assim, não conseguir, introduza o seguinte endereço no seu browser: http://www.youtube.com/watch?v=lo_BugP7uxU
Existem canções que fazem parte da nossa vida pessoal e privada; existem outras que são comuns a gerações; outras ainda, de um país (mais não seja o hino...). A que vos apresento - arrisco... - é uma das poucas canções da nossa civilização (ocidental). Poder-se-á objectar que celebra essencialmente a Inglaterra. É um facto; mas acho que vai um pouco mais longe... Nela se augura a constituição de uma nova Jerusalém. O poema é de William Blake. O resultado diz-se numa só palavra: sublime.
Se tiver dificuldade em ver ou ouvir, clique AQUI. E se não conseguir, introduza o seguinte endereço no seu browser: http://www.youtube.com/watch?v=eG3afAIi6IQ
Adoro esta canção! A letra da mesma remonta ao século XVIII, mas a música perde-se na noite dos tempos. Canção provavelmente originária da Escócia em que 'Auld Lang Syne' significa 'Old Long Since'. É cantada em todo o mundo britânico na passagem do ano. Como 2008 já não falta muito, se o desejar, já pode ir afinando a sua voz... E se quiser um acompanhamento musical, aqui vai um pequeno excerto em notação musical ABC (numa forma muito simplificada, sem indicação da duração das notas; a escala é o Dó maior):
A G E E C D C D E D C A, G, C
P.S. As letras correspondem naturalmente às notas: por exemplo, A = Lá, G = Sol, C = Dó Por sua vez, três simples oitavas são escritas deste modo: C, D, E, F, G, A, B, C D E F G A B c d e f g a b
Se tiver dificuldades em ver ou ouvir, clique AQUI. E se mesmo assim não conseguir, copie o seguinte endereço e introduza-o no seu browser: http://www.youtube.com/watch?v=RksMbYMnV3U
Filme interessante sobre Idi Amin, o louco ditador do Uganda nos anos 70. A meu ver, o grande valor do filme, para lá da reconstituição histórica daquela época, encontra-se na interpretação magnífica de Idi Amin pelo actor americano Forest Whitaker. O filme baseia-se na estranha relação que Idi Amin tinha com a Escócia, bem patente no seu título oficial, ""His Excellency President for Life Field Marshal Al Hadji Dr. Idi Amin, VC, DSO, MC, King of Scotland Lord of All the Beasts of the Earth and Fishes of the Sea and Conqueror of the British Empire in Africa in General and Uganda in Particular". Um pormenor: Gillian Anderson, a célebre actriz dos X-Files, interpreta um papel neste filme, embora secundário (Sarah).
Da sinopse do livro: "A música é uma das experiências humanas mais assombrosas e inesquecíveis, e o novo livro do neurologista e escritor Oliver Sacks, 'Alucinações musicais', faz-nos entender a razão. A exemplo dos seus livros anteriores, entre os quais se destacam "Tempo de despertar" e "O homem que confundiu sua mulher com um chapéu", Sacks oferece-nos aqui histórias musicais cheias de drama e compaixão humana, envolvendo pessoas comuns ou portadoras de distúrbios neuroperceptivos. O que se passa com o cérebro humano ao fazer ou ouvir música? Onde reside exactamente o enorme poder, muitas vezes indomável, que a música exerce sobre nós? Essas são algumas das questões que Oliver Sacks explora, com o seu estilo cativante, nesta admirável colectânea de casos, mostrando, por exemplo, como a música nos pode induzir a estados emocionais que, de outra maneira, seriam ignorados por nossa mente, ou ainda evocar memórias supostamente perdidas nos meandros do cérebro. É impossível não se impressionar, por exemplo, com a história do médico que experimenta, depois de ser atingido por um raio, uma irresistível compulsão por música de piano, a ponto de se tornar ele mesmo um pianista. Ou com os casos de 'amusia', uma condição clínica que faz Mozart soar como uma buzinadela automobilística aos ouvidos da pessoa afectada. Sem contar as histórias de pessoas acometidas dia e noite por alucinações musicais incessantes. O estudo de casos surpreendentes de pessoas com distúrbios neurológicos ou perceptivos ligados à música reitera a crença de Sacks numa medicina que humanize o paciente e tente, junto com a abordagem clínica, integrar as dimensões psicológica, moral e espiritual tanto das afecções quanto de seu tratamento." Oliver Sacks é inglês e é actualmente médico neurologista do Albert Einstein College of Medicine de Nova Iorque. Já agora, não faço a menor ideia se já existe uma edição desta obra em Portugal.
Último filme de Yimou Zhang na esteira de outras grandes produções do cinema chinês. Na mesma linha de "O Tigre e o Dragão" ou do "Herói". Desta vez, a história visa claramente recriar o trágico shakespeareano, agora situado na dinastia Tang. Não consegue tão bem esse intento, mas a beleza estética da cinematografia chinesa continua intocável. Por sua vez, a actriz Gong Li (ou Li Gong) continua imparável.
Vi este filme há já vários dias, mas só agora tenho tempo de o referir. É um filme magnífico sobre o racismo, mas não só... a grande questão deste filme parece-me ser o entrelaçamento tão forte da vida das pessoas, a um ponto tal que estamos constantemente a sofrer acções feitas por pessoas que nem imaginamos que existem. A ver, sem falta (em DVD)
Ora aqui está um filme que me enche a alma toda. Tudo é excelente neste filme, desde a narrativa - baseada num romance de Somerset Maugham - até à música (em que se destaca a primeira Gnossienne de Eric Satie interpretada por Lang Lang). Por que razão se chama Véu Pintado? Somerset Maugham inspirou-se num soneto de Shelley com esse nome. Ilustra esse véu que cobre a nossa visão do real e que um dia é desvelado. Filme com Naomi Watts e Edward Norton nos principais papéis.
Se tiver dificuldades em ver ou ouvir clique AQUI.
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O actor Jim Carrey fala-nos da Birmânia (Myanmar) e de Aung San Suu Kyi, a Antígona bimarnesa, a Prémio Nobel aprisionada. A recente revolta de 24 de Setembro contra o regime brutal é um acontecimento único na história pois tem como seu agente uma comunidade de monges budistas.
Clique na imagem para aumentar as suas dimensões. Escultura da época Gandhara. Realiza-se nos próximos dias 3 e 4 de Outubro um Colóquio na Faculdade de Letras sobre o tema, "O Buda e o Budismo no Ocidente e na Cultura Portuguesa". Para mais informações, clicar AQUI.
Alguém me explica a razão pela qual o Governo português se prepara para receber com toda a pompa e circunstância Robert Mugabe, tendo recusado receber o actual Dalai Lama? Uma coisa é certa: a China tem mais influência em Portugal do que o Reino Unido. Gordon Brown que o diga...
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César Franck, Sonata para Violino e Piano em Lá Maior. A obra na qual Proust certamente se inspirou para tematizar a "petite phrase" musical na Sonata de Vintueil. Esta obra, melhor dizendo esta frase, é decisiva na relação entre duas personagens de La Recherche: Odette de Crécy e Charles Swann.
Sempre quis tocar música, mas não sabe como começar? ... Ora vá à seguinte página: 8notes. Seleccione o seu instrumento preferido. Se não tiver um instrumento musical não desespere. Tem um sem saber que o tem. Isso mesmo: a sua voz. Em seguida, escolha uma música. Escute-a antes de a tocar. Treine-a primeiro numa simples "escala de Sol". No caso da escrita musical ser chinês para si, experimente tocar a melodia apenas pelo ouvido. Quando se sentir à vontade, lance-se, então, numa simples pauta (em vários formatos, desde o Gif ao PDF).
Clique na imagem para aumentar as suas dimensões. Externsteine um dos locais mais míticos da história alemã. Muitas vezes identificado com o Irminsul, a coluna que ligava o céu e a terra segundo a mitologia saxónica.
Clique na imagem para aumentar as suas dimensões. Não será o "Padrinho" dos filmes de espionagem, mas a obra de Robert De Niro é inegavelmente um excelente filme. Baseado em factos reais sobre a formação da CIA. Com Matt Damon, Angelina Jolie e o próprio Robert De Niro.
Afinal a cultura eslava não era tão decadente e anti-ariana como Hitler a proclamava em público. A colecção de discos musicais de Adolf Hitler foi descoberta recentemente. Ora qual a surpresa dos investigadores quando encontraram discos de compositores russos como Tchaikovsky, Borodin, Mussorsky, entre outros. E o mais estranho é o fascínio revelado por intérpetes judeus. Vejam a notícia do Bliz: "A colecção de discos de Adolf Hitler, recentemente encontrada nos arredores de Moscovo, contém nomes de compositores e de músicos inesperados. O ditador alemão considerava os músicos judeus e os compositores russos como pertencentes a uma raça “sub-humana”, para além de considerar que não existia algo a que se pudesse chamar de “arte judia”. No entanto, parece que Hitler os escutava em segredo.Assim, entre as obras dos alemães Wagner e Beethoven, que com naturalidade se encaixavam na colecção do Fuhrer, surgem alguns discos mais inesperados: um concerto do compositor russo Tchaikovsky onde o violinista judeu, Bronislaw Huberman fazia um solo. O mesmo Bronislaw que havia sido considerado inimigo público do Terceiro Reich alemão. O nome de Artur Schnabel surgia noutro disco. Schnabel foi um músico e cantor austríaco, forçado a abandonar a Alemanha no ano de 1933 por ser judeu. Outros discos continham obras dos compositores russos Borodin e Rachmaninoff."
O exército de terracota do primeiro imperador chinês vai invadir Londres no próximo dia 13 e ficará na capital britânica até 6 de Abril. Para mais informações sobre esta operação militar consultar AQUI.
Não faço a menor ideia qual é o termo musical português mais adequado para traduzir o género musical conhecido por Pasacalles. Sei que nas suas origens esteve uma dança musical realizada nas ruas - daí o Calles castelhano -, mas que corresponde a um estilo musical assente em variações sobre um tema musical de fundo em baixo obstinado. Na Wikipedia francesa pode ver aqui uma discussão deste género musical. Ravel é autor de uma das mais belas "Passacailles" no Trio em Lá menor que podem ouvir neste post.
A pintura do artista iraniano Iman Maleki coloca novamente a questão do papel do hiper-realismo na obra de arte. A partir do momento em que foi inventada a fotografia que sentido tem este tipo de representação? Questão similar se tinha colocado a propósito das de obras "fotográficas" do pintor alemão Gerhard Richter. Mas não devemos esquecer minimamente o enorme talento destes dois pintores contemporâneos. No caso de Richter podemos falar não só de talento, mas, também, de génio. Com efeito, como dizia Schopenhauer, talentoso é aquele que acerta no alvo quando mais ninguém o consegue; génio é saber ver o alvo que mais ninguém vê.