sexta-feira, 28 de maio de 2010

Egyptian Senet with an Irish Flavour (Flavor)


Please look to the symbols on the right...

And you'll find in this Egyptian board game the same symbols from Newgrange

On Senet, click HERE.

Newgrange, one of the most magical places I have been (inside).
And inside the cave I saw the Light... really

On Newgrange, click HERE

quinta-feira, 27 de maio de 2010

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Live together and you won't die alone


Click it (© picture from Lostpedia)
The Island is a metaphor, a symbolic narrative of our lives (where Lost is the keyword); the Flash-sideways, a touching metaphor of our afterlives (where Found is the keyword). But if you prefer, everything can be the last dream of a dying man near his dog. It's up to you to decide...

terça-feira, 25 de maio de 2010

Tulasi

Templo de Ratazanas


Alguns dos meus leitores podem ficar um pouco incomodados com a ideia deste templo; afinal associamos as ratazanas à peste negra e a doenças terríveis. Como sublinha Gilbert Durand, provavelmente o medo humano dos ratos deriva do facto de se movimentarem a uma enorme velocidade, o que nos faz sentir que não temos controlo sobre eles. E o que os seres humanos gostam é de controlarem, o que quer que seja... Este templo na Índia é um belo exemplo do respeito que o Dharma da cultura indiana tem pela Vida em todas as suas formas. Fica situado em Deshnoke no estado do Rajastão. O templo chama-se Karni Mata e baseia-se na seguinte história medieval (séc.XIV): Karni Mata, incarnação da deusa Durga, implorou ao deus da morte, Yama, que não levasse com ele o filho de um narrador. Como a Morte recusou, a deusa, ela própria, incarnou o próprio jovem morto como uma ratazana.

sábado, 22 de maio de 2010

sábado, 8 de maio de 2010

Joy to the World


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Thanks to Kathy!

A passo de tartaruga


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Tartaruga tibetana conduzindo o quadrado mágico associado ao Lo Shu.
Uma representação moderna do mesmo:

Basta fazer as contas em todas as direcções...

Borobudur


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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Ego




"Ego is like a room of your own, a room with a view with the temperature and the smells and the music that you like. You want it your own way. You'd just like to have a little peace, you'd like to have a little happiness, you know, just gimme a break. But the more you think that way, the more you try to get life to come out so that it will always suit you, the more your dear of other people and what's outside your room grows. Rather than becoming more relaxed, you start pulling down the shades and locking the door. When you do go out, you find the experience more and more unsettling and disagreeable. You become touchier, more fearful, more irritable than ever. The more you try to get it your way, the less you feel at home."
Pema Chodron

Van Dog


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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Van Dog


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domingo, 25 de abril de 2010

sábado, 24 de abril de 2010

O Mito de Izanagi e Izanami


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Kobayashi Eikatu (c.1885)

"No início não existe nada senão um ovo disforme. Gradualmente, as partes mais brilhantes e mais claras elevam-se para formar o céu e as mais densas e opacas caem para formar a terra. Três deuses criam-se «por si próprios» e escondem-se no céu.
A terra ainda não é sólida e pedaços andam à deriva. Então surge um objecto, flutuando entre o céu e a terra, que parece ser o disparo de uma flecha. Desta, nascem dois novos deuses que também se escondem. Sete outras gerações nascem da mesma maneira e o último par é Izanagi e Izanami.
Esses dois deuses ficam de pé sobre «a ponte flutuante do céu» interrogando-se se existiria alguma coisa lá em baixo. Então, agarram num dardo de pedras preciosas e mergulham a ponta no mar para ver se existe alguma coisa. Quando puxam, na ponta tinha-se formado uma gota que, ao cair, dá origem à ilha Onokoro. Izanagi e Izanami já tinham um lugar para viver e, por isso, descem até à ilha. Espetam o dardo no solo para formar um pilar.
Decidem gerar crianças para formar mais ilhas e, para isso imaginam um ritual de casamento. Dão a volta ao pilar, em direcções opostas. Quando se encontram, Izanami diz: «Que lindo! Encontrei um bonito jovem.» Então têm relações sexuais. Eles chegam a acordo em como fazê-lo porque descobrem que o corpo de Izanami é mal formado na zona em que Izanagi é demasiado formado; então, decidem que a melhor ideia será juntar estas duas partes do corpo. Isso resulta e Izanami dá à luz.
Mas, em vez de criarem uma ilha, como eles desejavam, Izanami dá à luz uma criança deformada. Colocam-na numa canoa e deixam-na ir à deriva. (Existe um antigo ritual japonês que envolve a criação de uma figura de barro quando uma criança nasce, que é deixada à deriva numa canoa como bode expiatório.) Izanagi e Izanami vão consultar os deuses para saber o que tinham feito de errado. Os deuses, então, explicam que a culpa fora de Izanami, porque ela fora a primeira a falar quando se tinham encontrado à volta do pilar. Como explicam os deuses, a mulher não deve ser a primeira a falar. Se quisessem ter filhos saudáveis deveriam tentar outra vez, mas teria de ser Izanagi o primeiro a falar.
Os dois deuses regressam à terra e tentam novamente. Desta vez tudo corre bem e Izanami dá à luz a ilha do Japão. Então, ela e Izanagi decidem criar deuses para povoarem as ilhas. Criam numerosos deuses - o vento, as árvores, os rios e as montanhas - e a criação das ilhas fica completa. (...) A última criança que Izanami dá à luz é o deus do fogo. O seu nascimento queima os seus órgãos genitais com tanta gravidade que ela acaba por morrer. Mas, depois de morta, ela continua a criar deuses através da urina, dos excrementos e dos vómitos. Izanagi fica tão furioso que corta a cabeça ao deus do fogo; mas as gotas do seu sangue dão origem a ainda mais divindades.
Izanagi está tão desesperado com a morte de Izanami que decide viajar até Yoni, o mundo subterrâneo, para tentar trazê-la de volta à vida. Quando chega aos portões do mundo subterrâneo, depois de uma longa viagem, Izanami vem ao seu encontro. Ele mal a pode ver porque o local é muito escuro e cheio de sombras, mas diz-lhe o quanto a ama e como deseja que ela regresse com ele. Contudo, ela repreende-o por ter levado tanto tempo a chegar e diz-lhe que não está autorizada a regressar com ele porque tinha comido o alimento de Yoni.
Mas ele convence-a a discutir o assunto com os deuses do Inferno. Então, ela obriga-o a prometer que não tentará segui-la até ao mundo subterrâneo nem olhará para ela. Ele concorda mas não resiste ao pensamento de que aquela poderá ser a última vez que verá a sua amada esposa. Parte um dente do seu pente e faz uma tocha. Entra no mundo subterrâneo e vê o corpo de Izanami deitado, apodrecido e cheio de larvas. Horrorizado, corre de regresso à terra.
Izanami levanta-se e grita-lhe que ele a tinha humilhado. Envia as feiticeiras do Inferno atrás dele, com oito deuses do trovão. Izanagi alcança o fim da passagem e apanha três pêssegos de uma árvore; faz recuar os seus perseguidores atirando-lhes os pêssegos. Então, bloqueia a entrada do mundo subterrâneo com uma enorme pedra no preciso momento em que Izanami chega ao outro lado.
Falam um com o outro através da grande rocha.
Izanami diz a Izanagi que ele deve aceitar a sua morte. Ele aceita e concorda em não tentar visitá-la novamente. Então, formalmente, dão o seu casamento por terminado.
Depois disto, Izanagi sente-se tão exausto que decide lavar-se e refrescar-se num ribeiro. Vários deuses e deusas nascem das suas roupas quando ele se despe, do seu cajado quando o ele o pousa no chão e do seu corpo enquanto ele se banha. Finalmente, do seu olho esquerdo nasce a deusa Amaterasu, do olho direito o deus da Lua, Tsukiyomi, e do seu nariz o deus da tempestade Susanoo.
Izanagi decide dividir o mundo em três. Indigita Amatesaru para governar o céu, Tsuki Yomi para governar a noite e Susanoo para governar os mares. Amaterasu e Tsuki-Yomi concordam mas Susanoo queixa se dizendo que preferia ir para terra da sua falecida mãe. Izanagi, furioso, elimina Susanoo. Então, retira se do mundo e vai viver para o alto céu. [...]
Quando Izanagi afasta Susanoo, este anuncia que quer ir para o céu e despede-se da irmã Amaterasu antes de partir. Ela suspeita das intenções dele e, antes de ir ao seu encontro arma-se com um arco e flechas.
Susanoo diz-lhe que ela não tem nada que recear e sugere que ele lhe dê uma prova da sua boa-fé. Ele propõe que ambos criem crianças e que ele produzirá crianças masculinas para provar a sua sinceridade. Amaterasu concorda e pede a espada ao irmão. Ele dá-lha, ela parte-a em três pedaços e mastiga cada pedaço, e o seu sopro dá origem a três deusas.
Então, Susanoo pede a Amaterasu cinco contas do seu colar . Ele mastiga-as e o seu sopro transforma-se em cinco deuses. Amaterasu reclama que aqueles deuses eram seus filhos porque tinham sido criados a partir das contas do seu colar. Mas Susanoo não está de acordo e afirma ter obtido uma grande vitória. Então, celebra, começando a partir os muros dos campos de arroz, bloqueando os canais de irrigação e defecando no templo onde o festival dos primeiros frutos, ou o festival das colheitas, devia ter lugar em breve.
Uma das obrigações de Amaterasu é tecer as roupas dos deuses. Um dia, está sentada no quarto de fiar com outras mulheres quando Susanoo lança um cavalo esventrado através do telhado. É tão assustador que uma das mulheres se pica com uma agulha e morre. Amaterasu fica tão assustada que se esconde numa gruta, bloqueando a entrada com uma enorme rocha. Sem a deusa do Sol, o mundo mergulha na escuridão.
Surge o caos, os campos de arroz jazem sem culturas, os deuses perversos comportam-se pior do que nunca. Reúne-se uma assembleia de oitocentos deuses miríades para discutir a maneira de persuadirem Amaterasu a sair da gruta e elaboram um plano.
Começam por colocar um espelho mágico no lado de fora da gruta. Em seguida, juntam galos para cantarem no lado de fora da gruta. Depois convencem a deusa do amanhecer, Amo no-Uzume, a dançar sobre um barril, batendo com os pés. Quando se entusiasma, ela começa a tirar as roupas e os deuses começam a rir ruidosamente.
Tal como os deuses pretendiam, Amaterasu sai da gruta para perguntar o que estava a acontecer. Eles respondem que estão a celebrar porque tinham encontrado uma deusa melhor do que ela. Quando sai da gruta, ela vê o seu reflexo no espelho mágico. Então, os deuses aproveitam para bloquear a entrada da gruta atrás dela, conseguindo ter o Sol de volta.
Os oitocentos deuses miríades castigam Susanoo, cortando-lhe a barba e o bigode, arrancando lhe as unhas dos pés e das mãos e expulsando-o do céu."

Roni Jay, Mitologia, tr.port., Lisboa: Europa América, 2000, 140-144

quarta-feira, 21 de abril de 2010

terça-feira, 20 de abril de 2010

domingo, 18 de abril de 2010

Van Dog


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sábado, 17 de abril de 2010

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Van Dog


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Van Dog, uma criação de António Pilar.
Já agora, este é o meu post 2.000...

domingo, 11 de abril de 2010

A Rocha de Ouro




Local de peregrinação budista situado em Myanmar (Birmânia). Trata-se do Pagode de Kyaiktiyo Pagode (literalmente, "pagode situado na cabeça de um eremita"). Uma cabeça folheada a ouro, sublinhe-se...
Segundo a lenda, esta rocha que parece desafiar as leis da gravidade está segura por um cabelo de Gotama, o Buda.

sábado, 10 de abril de 2010

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Birds sitting in the fog


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Fotografia de Roger Becker para a National Geographic.
Como uma pintura...

Van Dog


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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Hase-dera






Fotografias do templo budista Hase-dera no Japão. Este templo pertence à escola Shingon, o chamado budismo esotérico japonês. Shingon significa literalmente "palavras verdadeiras", com um sentido muito próximo do termo em sânscrito, mantra.

domingo, 4 de abril de 2010

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Silêncio - Marina Abramović



Para ver em directo, clique AQUI.
Sobre Marina Abramovc, clique AQUI.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Van Dog


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domingo, 28 de março de 2010

Do melhor que já ouvi...


Clique neste LINK para ouvir a entrevista de Susan Neiman sobre os valores que nos devem guiar neste século. Como se pode dizer tanto em tão pouco tempo... Entrevista conduzida por Nigel Warburton em Philosophy Bytes.

quinta-feira, 25 de março de 2010

O Grande Voto ou a Divindade do Oriente


Avalokiteśvara: Guan Yin (China) -Tara (Índia) - Chenrezig (Tibete) - Kannon (Japão) - KuanUm (Coreia)

segunda-feira, 22 de março de 2010

Van Dog


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domingo, 21 de março de 2010

sábado, 20 de março de 2010

Woodstock & Snoopy


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As novas lendas arturianas... :)

sexta-feira, 19 de março de 2010

segunda-feira, 15 de março de 2010

Van Dog


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segunda-feira, 8 de março de 2010

Naked





Anoushka Shankar é filha de Ravi Shankar e meia-irmã de Norah Jones. Este tema - "Naked" - encontra-se no seu excelente CD, Rise de 2005.

domingo, 7 de março de 2010

Vivekananda


Declaração inicial de Swami Vivekānanda no World's Parliament of Religions (11 de Setembro de 1893) em Chicago.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Ran





Ran, um filme de Akira Kurosawa (1985)!

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Holi


Hoje inicia-se o Holi, o Festival da Primavera, festejado em tantos países: Índia, Nepal, África do Sul, Sri Lanka, Estados Unidos,... É igualmente um festival celebrado por várias comunidades religiosas: Hindus, Budistas, Sikhs, Jainas,...
Associado ao festival existem vários mitos: o meu preferido é aquele que narra o desejo de Krishna (nome que significa "escuro") de que a sua amada Radha fosse mais colorida... Diga-se que o próprio Krishna passou a ser ter uma cor mais azul. :)
Hoje é assim o dias das cores que nos vão na alma, mas que são pintadas no corpo!!

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Oriente?


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Bem, na Ásia não está. Está, sim, no quinquagésimo (50) estado dos Estados Unidos da América: Hawaii.
Trata-se do Templo Byodo, construído em 1960, para celebrar a chegada dos primeiros trabalhadores japoneses na ilha. É uma réplica de um templo japonês situado em Uji, perto de Quioto (Kyoto).

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Van Dog


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domingo, 21 de fevereiro de 2010

Maurits Cornelis Escher


Para consultar o link oficial da obra de Escher, clique AQUI.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

China


Soldados em terracota do túmulo primeiro imperador, Qin Shihuangdi (dinastia Qin). "Shihuangdi" significa precisamente o "primeiro imperador". Segundo um dos seus conselheiros, "o seu peito é como de uma ave de rapina e a sua voz como a de um chacal. Ele não tem piedade" (Wei Liao). A ele se devem, no entanto, duas maravilhas do mundo: a grande muralha da China e os soldados de terracota. Esta fotografia refere-se à grande exposição que se realizou no British Museum.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Van Dog


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sábado, 13 de fevereiro de 2010

Portugueses no Japão


Click in the photo to see it in its splendo(u)r.
The arrival of the Portuguese in Japan (1543).
A chegada dos portugueses ao Japão no século XVI (1543).

Panóptico


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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Picasso e o Prazer da Leitura



Van Dog


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Esta é a tira nº161.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Yoga com humor



"Three Yogis are doing meditative in a remote cave. One day a sound is heard from outside the cave. After about six months, one of the yogis says, "Did you hear that goat?" Once again, there was silence. About a year later, one of the other Yogis says, "That wasn't a goat; it was a mule." Again, there was silence. About two years later the third yogi says, "If you two don't stop arguing, I'm leaving."

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010


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Esta luz é bem verdadeira e não corresponde a nenhum efeito fotográfico.
Trata-se da aurora boreal ou da luz polar.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Van Dog


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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010