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sexta-feira, 10 de setembro de 2010
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
domingo, 3 de agosto de 2008
quinta-feira, 24 de julho de 2008
terça-feira, 15 de maio de 2007
O Céu que nos protege!

Imagem notável do planeta Júpiter. O termo "Júpiter"provém do latim (Iupiter) que deriva, por sua vez, de Diu-pater. Pater é fácil de traduzir porque ainda está presente nas palavras "pai" ou "padre". O "diu" é um caso de "dies" que, como o nosso "dia", significa a plena luz, o céu luminoso. Júpiter era, assim, o senhor dos céus, termo que lhe fica muito bem, mesmo em termos astronómicos. Na sua variante mitológica correspondia ao "pai dos deuses", visto que tanto "dia/céu" como "deus" eram termos equivalentes. Até agora ainda só consegui descobrir uma civilização em que o céu era feminino. Refiro-me naturalmente à civilização egípcia e à deusa Nut que cobria com o seu corpo protector o seu amante masculino (a nossa terra). Curiosamente, o corpo da deusa era geralmente representado, na mitologia egípcia, como um firmamento e não tanto como o céu ou mesmo como o Sol brilhante (Ré; Atum; Aton). Deste modo, os egípicos mostravam uma enorme confiança neste universo, pois como nos mostra o romance de Paul Bowles, O Céu que nos protege, a luminosidade permite literalmente obnubilar as trevas que nos rodeiam. E terminamos este post - que já vai longo - como uma questão infantil: por que razão existe um período nocturno? Com tantas estrelas que por aí andam :-), o firmamento deveria ser ainda mais brilhante do que o nosso dia. Já vi a resposta algures, mas já a esqueci...
segunda-feira, 25 de dezembro de 2006
terça-feira, 21 de dezembro de 2004
Solstício de Inverno
Hoje é a noite mais longa do ano neste hemisfério. Nos tempos idos, deveria assustar um pouco! Afinal, quem nos garante que o Sol retorna amanhã (desculpem este aberrante geocentrismo)? Mas talvez mais grave do que este "apocalypse tomorrow", é essa tristeza derivada do facto da electricidade ter cortado a nossa relação com os ritmos do mundo. Era tão diferente, para mim, quando durante vários meses do ano não tinha electricidade... Nas noites de Lua Nova, era mesmo o céu estrelado a perder de vista.
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