quinta-feira, 7 de setembro de 2006

O Quarto da Catarina/1


Catherine's Room (2001) é uma das obras de vídeo mais interessantes de Bill Viola. Como se fosse um quadro medieval, retrata o ciclo da vida de Catherine desde o raiar do Sol até à noite. Mas cada cena pode ser perspectivada como uma imagem de um ciclo mais amplo: desde a estações do ano às fases de uma vida. Neste meu retorno nada melhor do que pôr uma cena primaveril para exorcizar os demónios associados ao fim das férias.

domingo, 6 de agosto de 2006

Férias


Regressamos a 7 de Setembro

Será o mesmo quadro?


É o "mesmo" quadro de Murillo, mas com cores totalmente diferentes. Ora qual dos dois é o mais genuíno? Um dos dramas das pinturas na net é a existência de variações cromáticas de tal forma significativas que distorcem a identidade de uma obra. É normal a existência de imagens com resoluções diferentes. Mas poder-se-á dizer o mesmo em relação às cores? A cor não é apenas um elemento acessório de uma pintura.

sábado, 5 de agosto de 2006

Murillo


Clique na imagem para ver melhor este excelente jogo de luz e sombras. Pintura de Murillo (Bartolomé Esteban Murillo) conhecida como "o jovem pedinte" (c. 1650). Encontram o quadro no Louvre.

sexta-feira, 4 de agosto de 2006

A Itália, a Europa e nós

Bem divertido este vídeo de Bruno Bozzetto sobre a Itália e a Europa. Aplica-se naturalmente à forma portuguesa de estar na Europa. Encontrei este vídeo através do blog Zuada.

quinta-feira, 3 de agosto de 2006

Kodama


Kodama - o espírito das árvores na mitologia japonesa, segundo a criação do realizador japonês Miyazaki.

quarta-feira, 2 de agosto de 2006

Princesa Monoroke


Filme brilhante de Miyazaki. Mononoke Hime ou Princesa Mononoke (Hime significa em japonês "princesa") aborda em termos épicos a luta entre os animais da floresta e os humanos. A intriga narrativa é situada na época Muromachi (1333-1568) da história do Japão que, segundo o realizador, marca o divórcio entre a técnica humana e a natureza.
Existem momentos inesquecíveis do filme, desde as imagens dos Kodamas, os espíritos das árvores, até ao diálogo entre a Senhora Eboshi, a defensora dos humanos, e o príncipe Ashitaka:

Lady Eboshi: Por que razão estás tu aqui?
Príncipe Ashitaka: Para ver com olhos sem medo

No princípio do século XX foi descoberto por Rosenzweig um manuscrito alemão, datado dos finais do século XVIII, em que se apelava à criação de uma "nova mitologia". Os filmes de Miyazaki e, em particular, a Princesa Mononoke mostram que essa nova mitologia não só é possível, como é desejável.

Ideias feitas

A Editora Estrela Polar publicou recentemente a tradução de uma obra de Odon Vallet intitulada Pequeno livro das ideias feitas sobre as religiões (Petit léxique de idées fausses sur les religions). Odon Vallet é um nome conhecido de todos aqueles que gostam de filosofia e ciências das religiões, pelo menos desde que publicou Uma outra história das religiões. Sobre as ideias feitas, existem de todos os tipos: desde aquelas que toda a gente já sabe que são erradas (exemplos: "Os muçulmanos são árabes"; "O Dalai Lama é o papa do budismo"; "Jesus nasceu no dia de Natal") até a outras um pouco forçadas pelo autor porque construídas na base de pequenos equívocos (ex: "O Corão obrigou as mulheres a usar o véu", "Todas as religiões vêm do Oriente", "A Índia é o país das castas", entre outras). O interesse da obra está, sim, não só no conhecimento que o autor tem da matéria, mas também na desconstruções de ideias feitas bem arreigadas - mas erradas - como, por ex: "O islamismo não tem clero"; "existem cada vez menos cristãos no mundo"; "o budismo é uma religião sem deuses"; "a Imaculada Conceição é a concepção milagrosa de Jesus"; "há cada vez menos padres"; "o paraíso é uma criação da Bíblia"; "os judeus sentem-se privilegiados porque são um povo eleito"; "a reencarnação vem da Índia"; a "religião" significa literalmente "aquilo que une", entre tantas outras. A ler com prazer e atenção.

terça-feira, 1 de agosto de 2006

12 Macacos


Foi bom rever o filme 12 Macacos (12 Monkeys) em DVD. É, por boas razões, considerado um dos melhores filmes de sempre. O que me fascina nele é a capazidade de reflectir sobre problemas tão diversos, sem nunca nos dar a impressão de far-fetched. E assim pode-se considerar que estamos em face de um excelente filme sobre a loucura, sobre a ética ambiental, sobre os paradoxos das viagens no tempo, sobre as recordações de infância, sobre o complexo de Cassandra,...,...

Pont de Villeneuve


Alfred Sisley é ainda hoje considerado pelos britânicos como um pintor inglês e francês pelos franceses. Por um lado, os seus pais eram ingleses, mas ele nasceu e morreu em França. Com Monet e Renoir, criou uma nova forma de pintura a que chamamos impressionismo.

segunda-feira, 31 de julho de 2006

Alfred Sisley


Alfred Sisley, pintor francês e um dos "pais" do impressionismo. Morreu em 1899.

domingo, 30 de julho de 2006

sábado, 29 de julho de 2006

Keith Jarrett em Lisboa


Keith Jarrett vai realizar um concerto em Lisboa!!! O trio de Jarrett (+ Gary Peacock e Jack DeJohnette) actuará no CCB no próximo dia 12 de Novembro. Mas não fique já aos pulos de contente... os bilhetes já estão esgotados.

sexta-feira, 28 de julho de 2006

Memórias de uma Gueixa


Cena em que Chiyo, a futura Sayuri, corre ao longo do célebre túnel de Torii de Quioto/Kyoto. Este filme, baseado no romance de Arthur Golden, poderia ter sido um belo filme sobre a cultura japonesa. Tudo é estudado até ao mínimo pormenor. Mas, no final, o que fica é a imagem, dita de Hollywood, sobre a vida no Japão antes do início da segunda guerra mundial.

terça-feira, 25 de julho de 2006

Wagner & Mozart



Hoje inicia-se mais uma edição do Festival de Bayreuth com a apresentação de uma versão já conhecida do Navio Fantasma; no passado Domingo "arrancou" o Festival de Salzburg. Mas amanhã tanto a casa de Wagner como a casa de Mozart têm um dia muito especial: será apresentada uma nova versão do Anel de Wagner e, em Salzburgo, há grande expectativa em relação ao Casamento de Figaro. Diga-se que, neste ano dos 250, o Festival de Salzburg de 2006 é já uma realidade desde 1 de Janeiro.

segunda-feira, 24 de julho de 2006

Chihiro


A Viagem de Chihiro - "Spirited Away" na versão inglesa - é um filme maravilhoso. Do mesmo realizador japonês do "Castelo Andante", esta obra-prima obteve vários prémios, desde o óscar da Academia (no género da animação) até ao célebre urso do Festival de Berlim (no género do melhor filme). O que nos fascina é a presença viva, criadora, da imaginação em cada cena do filme.

domingo, 23 de julho de 2006

sábado, 22 de julho de 2006

Kandinsky em Londres


Exposição no Tate Modern até 1 de Outubro

sexta-feira, 21 de julho de 2006

Ressuscitar um mundo


Imagem de computador que reconstrói típicas habitações da cidade de Mohenjo Daro (civilização harappiana).

quinta-feira, 20 de julho de 2006

Dança dos Tempos


Escultura da civilização harappiana, também conhecida por civilização do vale do Indo ou de Mohenjo-Daro. A primeira grande civilização indiana e uma das mais enigmáticas, na medida em que não se decifrou a sua escrita. Esta escultura em cobre retrata provavelmente uma jovem dançarina. Os arqueólogos datam-na entre o período compreendido entre 2300 a 1700 a.C. A civilização harappiana foi contemporânea dos Sumérios e cobriu uma área mais extensa do que o Egipto e a Mesopotâmia juntos. As descobertas arqueológicas apresentam esta civilização como tão ou mais sofisticada do que as civilizações da Mesopotâmia que lhe são coetâneas.

segunda-feira, 17 de julho de 2006

Howl's Moving Castle

Castelo Andante


Cena do filme Howl's Moving Castle, um dos mais belos filmes de animação. Sophie descobre que envelheceu num ápice e o pânico invade-a. Este filme baseia-se na obra da escritora inglesa Diana Wynne Jones, aluna em Oxford dos escritores C.S. Lewis e J.R.R.Tolkien. A magia da obra desta escritora cruza-se com a arte mágica do grande realizador japonês, Hayao Miyazaki. O resultado é magnífico!

domingo, 16 de julho de 2006

Gombrich


Esta pequena história do mundo deveria ser uma obra de leitura obrigatória no ensino secundário. Uma das obras de história mais entusiasmantes que alguma vez li, escrita por um esteta e historiador de arte. A imagem final de uma viagem de avião contemplando o rio da história é inesquecível.

segunda-feira, 10 de julho de 2006

Dia de Proust


"Na realidade, cada leitor é, quando lê, o leitor de si mesmo. A obra do escritor não é mais do que um instrumento óptico que ele oferece ao leitor a fim de lhe permitir discernir o que, sem este livro, ele não teria visto em si mesmo. O reconhecimento em si mesmo, pelo leitor, do que diz o livro é a prova de verdade deste."

"En réalité, chaque lecteur est quand il lit, le propre lecteur de soi-même. L'ouvrage de l'écrivain n'est qu'une espèce d'instrument optique qu'il offre au lecteur afin de lui permettre de discerner ce que sans ce livre, il n'eût peut-être pas vu en soi-même. La reconnaissance en soi-même, par le lecteur, de ce que dit le livre, est la preuve de la vérité de celui-ci"
Proust, Le Temps retrouvé. Marcel Proust nasceu a 10 de Julho de 1871

domingo, 9 de julho de 2006

O Buda Vermelho


Zhao MengFu/ Chao Meng-Fu (1254-1322), pintor da dinastia Yuan

sexta-feira, 7 de julho de 2006

Índia


Índia dos meus sonhos (clique na imagem)


Índia dos meus pesadelos (clique na imagem)

quinta-feira, 6 de julho de 2006

Hoje faz anos


O que mais o surpreende na Humanidade?

E ele respondeu:
"Os seres humanos...Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para a recuperar.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente de tal modo que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.
E vivem como se nunca fossem morrer...
... e morrem como se nunca tivessem vivido."

Estaríamos na final se...

Estaríamos já na final se os três netos de Carlos Magno (Carolus Magnus ou Charlemagne), não tivessem dividido o império entre eles, formando, assim, aquilo a que mais tarde se chamará França, Alemanha e Itália.

terça-feira, 4 de julho de 2006

Open Water


Quando vi este filme de 2003, as dúvidas eram muitas no iníco. Mais um thriller com tubarões assassinos e pouco mais...Só que felizmente é um filme bem diferente. Não é uma obra-prima, mas é um filme que não nos deixa indiferentes. Trata-se de uma história baseada em factos reais. Susan e Daniel têm uma vida profissional bem agitada e decidem passar férias numa dessas ilha encantadoras. Como desporto, gostam de mergulhar e, assim, logo nos primeiros dias de férias, vão, com outros turistas, fazer uma pequena exploração marítima a uns vinte quilómetros da costa. Só que o barco regressa, por acaso, sem eles, e subitamente vêem-se sós, perdidos no mar. O filme começa a ser interessante a partir daqui, porque realmente nada mais se passa...São arrastados pelas correntes, barcos e avionetas passam ao longe sem se aperceberem dos seus gestos e gritos. A sede começa a apertar, mas, como no mito de Tântalo, sabem que não podem beber a água do mar. Não vou contar o desenlace da história, mas garanto-vos que é um filme inesquecível! O género cinematográfico não é novo: basta pensar no Project Blair Witch ou no Touching the Void! Mas foi sem dúvida um dos filmes-documentários mais tristes que vi na vida porque retrata, de uma forma singela, a nossa solidão e fragilidade num mundo pouco preocupado com a existência de cada um de nós. E é também, numa certa medida, um "estudo de um caso": vinte e quatro horas na vida de duas pessoas que se amam perdidas num oceano sem fim.

segunda-feira, 3 de julho de 2006

A Coisa em Si


“Alcanço o que se pode chamar uma filosofia; de qualquer modo, é uma ideia constante em mim; por detrás do algodão esconde-se um plano a que nós estamos ligados (...); todo o mundo é uma obra de arte e todos fazemos parte desta obra de arte. Hamlet ou um quarteto de Beethoven são a verdade sobre esta vasta massa a que chamamos mundo. Mas não existe Shakespeare, não existe Beethoven (...); nós somos a música, nós somos a coisa em si.”
Virginia Woolf, “Sketch of the Past”

domingo, 2 de julho de 2006

Águas Silenciosas


Conheço mal a história do Paquistão. A sua história parece estar marcada até aos nossos dias pela violência. Em 1947, a separação do Paquistão da Índia provocou o sofrimento e a morte a milhões de pessoas. Cenas terríveis voltaram a passar-se nos princípios dos anos 70 quando o Paquistão se cindiu em dois países e o Paquistão Oriental se tornou independente: o Bangladesh. A crise humanitária que se seguiu ainda ressoa na memória de muitos de nós. Mas este filme da realizadora Sabiha Sumar aborda um outro drama que acontece quando o primeiro-ministro Ali Bhutto é preso e enforcado num golpe militar. A Sharia, a lei islâmica, é implantada no país. O filme aborda explicitamente as raízes do fundamentalismo islâmico e as suas consequências funestas sobre a vida das pessoas e, em particular, das mulheres. O filme parece fazer jus às palavras de Karen Armstrong sobre as raízes do fundamentalismo (Battle for God): jovens descontentes com a crise generalizada das sociedades agrárias que procuram uma "saída revolucionária" para as suas vidas.

sábado, 1 de julho de 2006

sexta-feira, 30 de junho de 2006

Duccio e a Arte de Siena


"Duccio came not by usura"
Ezra Pound, Cantos XLV
"Duccio não proveio da usura"

quinta-feira, 29 de junho de 2006

Memling e a Arte Flamenga


"[With usura]Emerald findeth no Memling"
Ezra Pound, Canto XLV, Cantos
"[Com a usura] a Esmeralda não encontra nenhum Memling"

terça-feira, 27 de junho de 2006

Bellini e a arte de Veneza


"Zuan Bellin's not by usura" (Ezra Pound, Cantos, XLV)
"Zuan Bellini não proveio da usura"

segunda-feira, 26 de junho de 2006

Match Point


Match Point, um dos melhores filmes de Woody Allen. Reflexão trágica, plena de desencanto, sobre o papel da "sorte" nas nossas vidas.

sábado, 17 de junho de 2006

Oliver Twist


Pode não ser a versão mais literal do Oliver Twist, mas é, sem qualquer dúvida, o Oliver Twist. Charles Dickens escreveu este romance quando ainda tinha apenas vinte e poucos anos. Nele descreve as desventuras de quem é abandonado e se vê órfão num mundo cruel. Em termos literários, o escritor inglês sabe, como ninguém, obrigar o leitor a virar a próxima página... Longe de ser um "sentimentalista", como algumas vezes o acusaram, Dickens não esconde nas suas páginas a sua fúria perante um mundo indiferente e sem compaixão. Roman Polanski quis realizar um filme para os seus filhos e soube, como ninguém, com esta obra, revelar o seu grande amor por todos os "humilhados e ofendidos" deste mundo. Se as histórias do Pianista e de Oliver Twist são bem diferentes, é, no entanto, impossível não sentir que elas se cruzam continuamente nos filmes deste septuagenário realizador polaco.

quinta-feira, 15 de junho de 2006

Bola de Cristal


O excelente blogue Refúgio da Safo publicou recentemente um quadro sobre a bola de cristal do pintor vitoriano Waterhouse. Vejam as diferenças... Gosto mais do quadro da Safo, mas este tem traços únicos.

quarta-feira, 14 de junho de 2006

A Rosa Branca


A 18 de Fevereiro de 1943, na cidade de Munique, a estudante universitária de biologia e de filosofia, Sophie Scholl, é presa, assim como o seu irmão, pela Gestapo. O seu crime: a liberdade de expressão. A condenação: a pena de morte por guilhotina. O seu movimento é conhecido como a "Rosa Branca" e a força da alma de Sophie provém da nossa única bússola: a consciência. Marc Rothemund realizou um interessante filme sobre o evento. Conferir aqui.

terça-feira, 13 de junho de 2006

Kangra


O estilo kangra floresceu na Índia no século XVIII. Embora se possa notar aqui e ali a influência do estilo mogol, as miniaturas kandra têm um estilo muito próprio e determinaram a história da pintura na Índia. A palavra "mogol" de origem persa designa "mongol", mas, no contexto da história indiana, traduz antes uma estranha simbiose civilizacional entre o Islão e antiga Índia. O tolerante Akbar é o exemplo perfeito do monarca islâmico fascinado pelas "cores" da Índia. Não conheço o significado desta pintura, mas certamente Krishna (ou o seu alter ego, Rama) deve encontrar-se lá (pela sua cor azul). E onde se encontra Krishna, não só está a "vitória", mas, também, a sua amante Radha (ou a sua alter ego, Sita).

segunda-feira, 12 de junho de 2006

Uma Obra Genial


Este filme de 1926 da realizadora alemã Lotte Reiniger, As Aventuras do Príncipe Achmed, é uma obra magnífica. É um dos primeiros filmes de animação, mas entrecruzado com um jogo espantoso de sombras e silhuetas.

domingo, 11 de junho de 2006

Richard Strauss


O blogue Muito cá de casa lembra que hoje faz anos Richard Strauss. Considerava-se um compositor mediano, mas criou uma das obras-primas da música: "Ao pôr do Sol" (Im Abendrot). Escutem a quarta das "Quatro Últimas Canções" (Vier Letze Lieder) e digam-se se não é verdade...

Colbert


Não percam o nº427 da revista Photo dedicado a Colbert

sábado, 10 de junho de 2006

Ninfas do Mondego


Agora que regressei de "Benares", vou pegar brevemente na intuição do Marco Oliveira sobre a Árvore da Vida (cf. comentário sobre o post anterior); para já, deixo-vos uma fotografia de um local bem simbólico de Portugal. Um doce a quem acertar...

quinta-feira, 8 de junho de 2006

Buda no Parque dos Veados


Primeiro Discuso de Gotama, o Buda, em Benares
(Banaras/Varanasi)

quarta-feira, 7 de junho de 2006

Será que o Buda esteve em Oxford?


O Parque dos Veados do Magdelene College em Oxford

segunda-feira, 5 de junho de 2006

Simbólico


Cavalo Lusitano

domingo, 4 de junho de 2006

Michelangelo


Sibila de Cumas de Michelangelo.
"E as crianças gritavam: o que tu queres Sibila?"

Iconoclasta



"Se vires o Buda na estrada, mata-o!
Se encontrares os patriarcas ou os que se
esforçam por ser Budas, mata-os também...
Bodhidharma [o patriarca que introduziu o
budismo Chan/Zen na China] era um velho barbudo bárbaro...
Nirvana e Iluminação são cepos para atarem
os vossos burros.
Os escritos sagrados são apenas listas de
fantasmas, folhas de papel para retirar o
pus das vossas borbulhas."
Mestre budista chan/zen chinês, Linji (IX d.C.),
in Linji Lu/Rinzai Roku

sábado, 3 de junho de 2006

Canções com lágrimas de alegria - Jerusalém



Música de Charles Hubert Hastings Parry de 1916
Poema de William Blake
Gravura de William Blake

"JERUSALEM

And did those feet in ancient time
Walk upon England's mountains green?
And was the holy Lamb of God
On England's pleasant pastures seen?
And did the Countenance Divine
Shine forth upon our clouded hills?
And was Jerusalem builded here
Among these dark Satanic Mills?
Bring me my Bow of burning gold:
Bring me my Arrows of desire:
Bring me my Spear! O clouds unfold!
Bring me my Chariot of fire.
I will not cease from Mental Fight,
Nor shall my Sword sleep in my hand
Till we have built Jerusalem
In England's green and pleasant land."

Milton (1804-1808)
William Blake

sexta-feira, 2 de junho de 2006